Trago hoje um exemplo que gerou grande transtorno nos EUA.
O rádio sempre foi responsável por alimentar a imaginação de seus ouvintes, de fazer fluir a imaginação, um exemplo foram as rádios novelas.
Mas um fato, em específico, trouxe pânico. Foi o caso da "Guerra dos Mundos".
No dia 30 de outubro de 1938, um programa de rádio simulando uma invasão extraterrestre desencadeou pânico na costa leste dos Estados Unidos. (saiba mais Guerra dos Mundos)
A questão aqui é, até que ponto, nós como comunicadores devemos despertar a imaginação de nossos ouvintes, e hoje, além de ouvintes, nossos consumidores? Vejo isso com cautela, creio que é preciso ter ética e saber exatamente a importância que exercemos quando nos tornamos "comunicadores".
Imaginem esse mesmo fato nos dias de hoje? Com que rapidez seriam divulgadas tais informações? Já que temos à nossa disposição além do rádio, a TV, a internet, entre tantas outras formas de se dar continuidade à uma informação, de levá-la adiante?
Acho importante sempre avaliarmos nossa conduta diante dos microfones.
A ética nos meios de comunicação : Ética na comunicação

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